MArquE recebe propostas de exposições e mostras para o Espaço Aberto até 05/07

26/06/2017 10:48

 

O Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – MArquE – torna pública a seleção de projetos de mostras e exposições de curta duração para ocupação do “Espaço Aberto”, localizado no térreo do Pavilhão de Exposições Silvio Coelho dos Santos, entre os meses de agosto de 2017 e abril de 2018.

As inscrições estão abertas até 05 de julho de 2017.

Podem inscrever projetos os sujeitos vinculados à UFSC, sejam docentes, discentes e Técnicos Administrativos. Todas as informações e regras estão dispostas Edital Espaço Aberto MArquE 2017 (clique no nome em azul para acessar).

Agendamento aberto para ação educativa na exposição Rendas de Bilro

13/06/2017 14:19

O setor pedagógico do MArquE informa que está realizando agendamento de turmas de Educação Infantil (a partir de três anos) e Séries Iniciais do Ensino Fundamental para visita à exposição “Rendas de Bilro: Coleção MArquE” com contação de história.

A história “Maria Rendeira” é inspirada no conto “A rendeira e a virgem”, registrada por Franklin Cascaes.

A ação já está em curso e acontecerá até o dia 20 de julho, data de fechamento da exposição.

A participação é gratuita e requer agendamento.

Pedidos de agendamento podem ser feitos pelo e-mail educa.marque@gmail.com* ou pelo telefone 3721 6421.

*no corpo do e-mail indicar: nome da instituição; telefone de contato em horário comercial;  faixa etária/ano de escolaridade; número de crianças; turno da visita; dias da semana possíveis (para que encontremos uma data viável para todos). A partir desse e-mail o setor pedagógico entrará em contato para agendar a visita.

MArquE lança edital para ocupação do “Espaço Aberto”

05/06/2017 12:34

 

 

 

O Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – MArquE – torna pública a seleção de projetos de mostras e exposições de curta duração para ocupação do “Espaço Aberto”, localizado no térreo do Pavilhão de Exposições Silvio Coelho dos Santos, entre os meses de agosto de 2017 e abril de 2018.

As inscrições estão abertas até 05 de julho de 2017.

Podem inscrever projetos os sujeitos vinculados à UFSC, sejam docentes, discentes e Técnicos Administrativos. Todas as informações e regras estão dispostas Edital Espaço Aberto MArquE 2017 (clique no nome em azul para acessar).

Exposição “Rendas de Bilros: Coleção MArquE” aberta até julho de 2017

24/05/2017 09:04

 

Descrição da imagem para acessibilidade:

A imagem é composta por um grande retângulo, sendo o fundo preto com uma borda grossa em cor creme. A parte superior da borda é mais larga e no centro dela há o logo da exposição. O logo da exposição é composto por um retângulo preto onde se lê, em letras brancas, “Rendas de Bilro: Coleção MArquE”, e, abaixo do retângulo, a silhueta em preto de um pedaço de renda de bilro.

No canto inferior direito da imagem há as logos da UFSC, do MArquE e do laboratório SIGMO. Acima dela está disposto o seguinte texto:

O MArquE tem o prazer de apresentar ao público a exposição “Rendas de Bilro – Coleção MArquE”, com abertura no dia 18 de maio de 2017 às 19 horas.

A proposta expositiva baseia-se na percepção da delicadeza da renda e da habilidade necessária para sua confecção, resultando em uma mostra que alça o resultado desta combinação à qualidade de objeto artístico e representante da cultura material da cidade de Florianópolis. As rendas apresentadas evidenciam uma prática cultural com diversos significados. No passado trabalho realizado exclusivamente pelas mulheres, herança cultural transferida de mãe para a filha, complemento na renda familiar. Hoje referência na identidade cultural de uma cidade e resistência de determinados grupos que mantém esta prática viva e ressignificada.

O que: Exposição “Rendas de Bilro – Coleção MArquE”

Onde: Sala de Exposição de Curta Duração do Pavilhão de Exposições Silvio Coelho dos Santos do Museu de Arqueologia e Etnologia – UFSC. Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, s/n – Trindade – Florianópolis –SC.

Quando: 18 de maio à 20 de julho de 2017

Horário de visitação: terça a sexta, das 9h às 17h, sábados, das 13 às 17h. (exceto feriados)

Agendamento de visitas mediadas e oficinas: http://museu.ufsc.br/agendamento-de- grupos

Quanto: Entrada franca

Informações: 48 – 3721-9325

 

Confira a participação do MArquE na 15ª Semana de Museus

22/05/2017 14:03

Aconteceu na semana de 15 a 20 de maio de 2017 a 15ª Semana de Museus, proposição do Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM.

O MArquE participou estendendo seu horário de abertura e com os eventos: Abertura da exposição “Rendas de Bilro: Coleção MArquE”; Mesa Redonda “Outras Histórias de Cascaes”, com Gelci Coelho (Peninha) e Andréa Rihl; e Oficina de Memórias para avós e netos. Confira abaixo algumas fotografias destes momentos!

Nota de repúdio ao Relatório Final da Comissão Parlamentar de Inquérito FUNAI-INCRA 2,

15/05/2017 13:11

O Departamento de Antropologia, comportando os cursos de graduação e pós-graduação, o Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE), e o Conselho do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, vêm publicamente manifestar sua perplexidade e indignação diante da solicitação de indiciamento por parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI FUNAI/INCRA 2), de nossos colegas antropólogos da UFSC e de ex-alunos, assim como de ex-diretor do atual Museu de Arqueologia e Etnologia desta universidade.

Externamos nossa solidariedade com os colegas da UFSC e com antropólogos/as de outras instituições, com as lideranças indígenas e quilombolas, ativistas, procuradores/as federais e estaduais, servidores/as públicos da FUNAI, do INCRA e de outras instituições públicas ligados à defesa dos direitos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, acusados sem fundamento e injustamente no Parecer do relator. Essas pessoas foram aviltadas inclusive quanto à falta de equidade, diante da impossibilidade de exposição e defesa de sua atuação no transcorrer do período de funcionamento da CPI (de 2015 a 2017).

Causa preocupação, e temerosa inquietação, que o relatório da CPI acuse e busque intimidar antropólogos da UFSC e de outras instituições em seu exercício profissional, ao mesmo tempo em que tenta constranger a atuação regular e institucional dos procuradores do Ministério Público Federal e Estadual que se empenham na defesa dos direitos indígenas e de comunidades tradicionais, conforme impõe e determina a Carta Magna brasileira. O esforço de parlamentares que integram a CPI em criminalizar o pleno e livre exercício científico é próprio dos sistemas totalitários e de estados de exceção, não devendo ser tolerado em um estado democrático.

É de conhecimento da sociedade brasileira o empenho de parlamentares ligados ao agronegócio, articulados em torno da Frente Parlamentar da Agropecuária, para restringir os direitos territoriais, políticos, sociais e culturais de indígenas, quilombolas e outros grupos tradicionais, assegurados pela Constituição Federal de 1988. Os renovados esforços em desqualificar a legislação vigente, como, por exemplo, o Decreto 1775/1996 (dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das terras indígenas e dá outras providências), o artigo 231 da Constituição de 1988 (estabelece os direitos de ocupação tradicional) e a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, ratificada pelo Brasil em 2004, legislação essa que sustenta e orienta a atuação legal dos acusados, culminaram com a criação da CPI FUNAI/INCRA (por duas vezes consecutivas), sob o argumento de investigar supostas irregularidades na atuação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

As 3.385 páginas do Relatório final confirmam que as investigações dessa CPI de fato fazem parte de estratégias para retirar diretos e inviabilizar a regularização fundiária de terras indígenas e quilombolas. Ignorando que as demarcações são resultado de processos jurídico-administrativos nos quais os direitos de contraditório são assegurados, o Relatório propõe uma série de medidas para anular demarcações já realizadas de dezenas de terras indígenas e quilombolas, além de outras tantas unidades de conservação, assim como uma série de mudanças na nossa Carta Marga, retirando os direitos dos povos tradicionais aos seus territórios e propondo a extinção da Fundação Nacional do Índio.

Assim, como já manifestado anteriormente em Nota do Conselho Universitário da UFSC, (Cun/UFSC, 11/12/20151 ), o Departamento de Antropologia repudia fortemente as solicitações de indiciamento e acusações desses parlamentares contra os profissionais da Antropologia desta e demais instituições, as quais distorcem fatos, invertem imagens, apresentam inverdades e lançam impropriedades, com o objetivo tácito de criminalizar e desautorizar a atividade profissional antropológica.

Do mesmo modo, reiteramos o alerta para a contaminação do exercício legítimo e democrático da investigação realizada no âmbito de uma CPI por interesses que extrapolam o domínio da instância pública e que estão associados a demandas de grupos econômicos privados. Uma CPI não pode ser usada para uma ofensiva desigual, violenta e inconstitucional contra os povos indígenas e quilombolas, desvalidando direitos assegurados pela Constituição de 1988; tampouco pode servir de instrumento para cercear o pleno exercício da ciência antropológica, ou de qualquer outra Ciência. Consideramos inadmissível a criminalização da atividade científica para atingir objetivos claramente políticos.

A UFSC garante a pluralidade ideológica, como parte universalmente reconhecida do ambiente universitário, e seus valores não estão associados a nenhum grupo de interesse partidário, mas somente aos do conhecimento científico, da democracia e da liberdade. Consideramos fundamental que se consolide em toda sociedade uma postura em favor da veracidade, dos princípios fundamentais da República e da luta pela igualdade na diversidade, para que possamos construir um Brasil verdadeiramente democrático, mais justo e plural. 1 Nota da Universidade Federal de Santa Catarina sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito instalada para investigar a atuação da Funai e do Incra.

MArquE recebe o artista Jaider Esbell Makuxi

20/04/2017 14:10

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O MArquE recebeu no dia 20/04 o artista Jaider Esbell, do povo Makuxi, de Roraima, para uma fala.

O público lotou o auditório no evento, proposto como parte da programação do Abril Indígena na Universidade Federal de Santa Catarina.

Jaider Esbell é autor da exposição itinerante It was Amazon – Era uma vez Amazônia, que segue aberta no hall do MArquE até dia 29/04.

Visitação de terça a sexta das 9 às 17 e sábado dia 29/04, das 13 às 17 (sábado, entrada apenas pela rótula da Trindade – Lauro Linhares)

Abertura da exposição It Was Amazon – Era uma vez Amazônia

12/04/2017 14:11

Na terça feira 11 de abril aconteceu no MArquE a abertura da exposição It was Amazon – Era uma vez Amazônia, com a presença do artista Jaider Esbell Makuxi.

A exposição segue aberta no hall do MArquE até dia 29/04.

Venha visitar de terça a sexta das 9 às 17 e sábado dia 29/04, das 13 às 17

(sábado, entrada apenas pela rótula da Trindade – Lauro Linhares)